Alice no País das Maravilhas
Uma aventura encantadora sobre curiosidade, imaginação e mundos impossíveis
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Alice no País das Maravilhas
Era uma vez uma menina chamada Alice, curiosa, inteligente e cheia de imaginação. Numa tarde tranquila, enquanto estava sentada perto da irmã, começou a se sentir entediada com a quietude do dia.
Foi então que viu algo impossível: um coelho branco correndo apressado, usando colete e parecendo muito preocupado com o tempo.
Alice levantou-se imediatamente e decidiu segui-lo. Sua curiosidade era grande demais para deixá-lo passar sem investigação. O coelho entrou numa toca, e Alice foi atrás sem pensar muito.
De repente, começou a cair — e a queda parecia não ter fim.
Quando finalmente chegou ao chão, percebeu que estava em um lugar extraordinário. Nada ali funcionava como no mundo de antes. Havia portas pequenas, corredores estranhos, objetos que faziam crescer ou diminuir, e criaturas que falavam como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo.
Ao longo de sua jornada, Alice encontrou personagens muito curiosos, participou de conversas absurdas e tentou compreender um universo onde a lógica parecia brincar de se esconder.
Às vezes sentia-se perdida. Outras vezes ria. Em muitos momentos, simplesmente seguia observando, aprendendo a atravessar o inesperado.
O País das Maravilhas não era apenas um lugar estranho — era um espelho da imaginação, onde tudo podia acontecer.
Quando sua aventura terminou, Alice voltou diferente. Continuava sendo a mesma menina, mas agora carregava dentro de si a lembrança de um mundo em que perguntas valiam mais do que respostas prontas.
Sua história passou a ser amada por gerações porque lembra que a curiosidade pode nos abrir portas para lugares surpreendentes — inclusive dentro da nossa própria imaginação.
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